18/11/2009

Fraude por EMAIL

Fonte: Geek Brasil







O site da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa -  RNP  alerta usuários que querem estar atualizados sobre dos perigos que circulam através dos emails, ou phishing - a fraude via correio eletrônico.
O Centro de Atendimento de Incidentes de Segurança -  CAIS , é um veículo que contém informações atualizadas das ameaças identificadas na rede e pode ajudar a evitar a propagação de malware ou prejuízos, ao clicar em links de páginas falsas criadas como iscas por cibercriminosos.

A RNP traz em seu site  uma lista de todas as fraudes identificadas desde o começo de 2008, além de contar com a colaboração de usuários através de dois endereços de email: artefatos@cais.rnp.br, para envio de links maliciosos encontrados, e phishing@cais.rnp.br, para alertar a respeito de páginas falsas de empresas e instituições.
A RNP possui um sistema de busca e uma página com formulário de envio de informações, além da listagem com informações detalhadas sobre os emails, com imagens e textos originalmente distribuídos pelos hackers.

Para os que querem se inteirar dos últimos perigos sem precisar acessar freqüentemente o site, a RNP oferece o boletim CAIS Alerta , um informativo periódico distribuído via lista de email.

Fraudes identificadas e divulgadas pelo CAIS

A partir de 2008, todas as fraudes identificadas pelo CAIS estão sendo ordenadas de acordo com a data de distribuição e disponibilizadas para consulta, com o intuito de conscientizar a comunidade sobre os principais golpes que estão em circulação.


Para reportar fraudes:

links maliciosos: artefatos@cais.rnp.br
páginas falsas de instituições: phishing@cais.rnp.br





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06/11/2009

Passando a Bola, verifique se o seu nome está na lista!







Bia Bianac do blog NOTICIÁRIO NET foi quem me indicou para essa brincadeira que no inicio levei um pouco de medo mas depois pensei melhor e estou achando genial esta idéia!
Uma simples brincadeira, é sim, mas ela pode nos levar a muitos lugares.
Podemos pensar que é só mais uma daquelas correntes chatas da internet, podemos sim, mas eu penso diferente, eu penso que uma brincadeira dessas vai me levar para muitos blogs, vou conhecer e ser conhecidas por outras pessoas....você já pensou dessa forma ou ainda não caiu a ficha....  
ACOOORADAAAAA............. talvez seja a sua chance de se tornar mais conhecido na blogosfera, então vem cá e faça a sua parte, leia e se você for um dos indicados , não deixe de participar, pois em outras campanhas que eu participei percebi que 80% dos meus indicados não fizeram a sua parte.... éééé depois não adianta enviar mensagem lá no dihitt pedindo voto não, vamos a luta pessoal, participar de coisas sérias na Net é ótimo é cultura, mas participar de coisas tipo essa daqui que muitos julgam não ser importante ou ser um pé no saco pode te render muito mais visitas que você imagina......
Vamos lá:
01. Há dez anos:
Estávamos eu e meu marido terminando a construção de nossa casa em Alvorada na grande Porto Alegre, era o momento em que trocávamos o telhado de amianto por telhas de barro, quando começou a se armar um grande temporal, avisei o pedreiro que colocasse a lona, pois com certeza dentro de alguns instantes o céu iria desabar, porém ele achou que não e continuou seu trabalho. Não levou 10 minutos e começou a ventania.... bem ..ai quem disse que o moço conseguiu colocar a lona com aquela ventania.
Resultado: alagou toda a minha casa por dentro, só não perdi meus eletros porque vendo a situação meu filho mais velho retirou os aparelhos que deu para tirar e os colocou na garagem, e pra completar o pedreiro caiu do telhado, ficando pendurado pela presilha da calça e por pouco não caiu em cima do berço de minha filha mais nova que na época estava com cinco anos e dormia no momento em que começou tudo. Nessa noite eu dormi na casa de minha mãe (ainda viva) e meu marido junto com meu sobrinho mais velho, meu filho e meu pai retiraram o resto das minhas coisas, foi terrível!!!
02. Há cinco anos:
Estávamos definitivamente mudando de vida, mudamos  para o estado do Paraná, e estamos até hoje aqui em Londrina que fica ao norte do estado!!!
03. Há dois anos:
Fazendo planos para adquirir um imóvel aqui em Londrina!!!
04. Há um ano:
Este foi o momento de minha vida  meu filho que tinha ficado em Porto Alegre quando me mudei para Londrina volta para nós, a saudade o amor e a minha Fé trouxe ele de volta para perto de mim!!!
E também compramos o nosso imóvel aqui em Londrina. 
05. Ontem:   (FERIADÃO)
O Ontem foi maravilhoso, devido aos problemas de saúde que venho enfrentado, minha irmã me presenteou uma viagem para o Rio de Janeiro, pois no dia 15 de novembro estarei completando 46 anos e ela antecipou meu presente, foram dias de muita alegria, que cidade linda, quero voltar mais vezes!!
06. Amanhã: 
O amanhã a Deus pertence e por esse motivo tenho certeza que vou vencer todas as lutas que estou enfrentando para largar a dependência nos antidepressivos, com muita fé estou me recuperando e os sintomas da falta do remédio já estão sumindo, creio que mais alguns dias estarei em perfeita condições de voltar para a vida!!!!!
07. Cinco coisas sem as quais nao posso viver:
Deus, meus filhos, meu marido, meu cachorro e coca-cola (rsrsrs)
08. Cinco coisas que eu compraria com mil reais:
Eu compararia uma ou duas bolsas (amo bolsas), um vestidinho básico (um pretinho básico)
Rasteirinhas, pijaminhas curtinhos para o verão que eu amo,  xiii vai faltar grana... rsrsrs  e um fardo de coca cola é claro (light que é pra manter a forma)...rsrsrs
09. Cinco maus hábitos:
Internet
Coca cola
Guardo as coisas para mim e acabo me prejudicando, pois fico me remoendo por dentro, choro, fico triste, mas não falo nada!!!!
Detesto os afazeres domésticos
Morder a bochecha por dentro
 10. Três coisas que me assustam:
Com certeza a violência, seja urbana ou doméstica
As drogas
A falta de Fé de muitos
11. Três coisas que eu estou vestindo nesse momento:
Short de jeans, regatinha preta, e havaiana rosa!!!!
12. Quatro das minhas bandas/cantores favoritos (as):
GOSPEL:
André Valadão
Paula Valadão
PG e Banda
Oficina G3
Quatro por um
E muitos outros...
SECULAR:
Roberto Carlos
Caetano Veloso
Gaúcho da Fronteira
Tchê Guri
Maria Rita
E muitos outros...
13. Três coisas que eu realmente quero agora:
Ver meus filhos formados
Viajar
Namorar muuuito (meu marido é claro, quando a tormenta passar)
14. Três lugares aonde quero ir nas ferias:
Rio de Janeiro, Fortaleza e Rio de Janeiro (rsrsrs)
 15. Pessoas escolhidas: (para fazerem o mesmo)

* Sheila Fonseca

* Valéria - Kitmell

* Dani - danifurlan

* Alexandre Domingues

* Enos Mendes

* Elizabete Mattos

* Marcelo Souza

* Marcia Parente

* Principe Encantado

* Dri Viaro

* Yan caetano

* Guaraci Celso Primo

* Camila Calabrez

* Wanderchef GonÇalves

* Guilherme Freitas

* Lourdes Neves

* FrancK LavD

* Salete Renck

* Liz Gusmão

Regrinhas:
Nao pode retornar pra mim. E nem repetir os indicados.
 

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23/10/2009

Atchim!!! é gripe! não é só um resfriadinho








  





















As pessoas não agüentam mais dizer "saúde" para mim! A montanha de lenços de papel usados do lado da minha  cama está quase tão alta quanto o monte Everest! vixi que peguei uma gripe! Ou será um resfriado? O fato é que ninguém gosta de ficar resfriado, mas eu sou daquelas pessoas que gostam ainda menos. Abomino os sintomas de dor no corpo, tosse, dor de garganta, nariz escorrendo e aquela espirração desenfreada.
Se tem uma coisa que não gosto e de espirrar.
Sempre que espirro fico com uma leve sonolência e unida ao resfriado fico com nariz entupido e aquela sensação de olhos inchados. Uma droga!
Desde criança, sempre que ficava resfriada minha mãe me atormentava para assoar o nariz. Mas ela, coitadinha, no afã de não deixar que a pobre criança ficasse toda encatarrada e que isso culminasse numa sinusite, aloprava e me fazia assoar o nariz até ficar assadinho.
Ah sim! Resfriada, com tosse, nariz de cachorro (sempre molhado) e todo esfolado e perebento.
Cresci e isso não mudou quase nada. Continuo no frenesi de limpar o nariz deixando ele quaaaase emperebado, mas hoje estou mais para nariz vermelho e inchado dos desenhos animados.

Estou resfriada e espirrando feito uma maluca.
Bem, uma novidade para vocês é que eu sou aquela flor de formosura e estabanação, então espirrar é um evento.
Quando estou sentada, beleza. O máximo que acontece são umas cabeçadas, mas em pé… Tombo certo. Como eu disse, me dá sonolência ao espirrar e como fisiologicamente ninguém espirra de olhos abertos… .
E espirrar é terrível: barulhento, anatomicamente disforme, pois o corpo se contorce, a expressão facial também não ajuda.
Já saio de casa munida de lencinhos de papel, mas nunca dá tempo de pegar nada quando um espirro se anuncia. De repente vem aquela explosão que não dá pra controlar. Cambaleia pra lá e pra cá e se escora na primeira coisa que encontra.
Ufa! Foi por pouco.
 Espirrar e continuar andando então, não funciona comigo.eu estava indo buscar minha filha na escola e deu vontade...ai meu DEUS!!!!
Espirrar dentro do carro é um ato de terrorismo em massa, quase como uma pandemia. Acabei não espirrando, mas fiquei naquela vontade de espirrar e nada do espirro sair. Resultado disso foram olhos lacrimejantes e inchados, cara de sono e nariz ainda mais entuBido.
Estacionei o carro e ainda pressinto uma ebulição a caminho.  Desci do carro....
Minha nossa! Tava aumentando a vontade de espirrar e eu já ficando meio desorientada por conta dos olhos se fechando para o estouro da boiada. Só deu tempo de fechar aporta e BUM!
Espirro e quase caio no meio da rua...que mico.
Quando será que eu vou parar de pagar esses micos homéricos?
Já na calçada um senhor segurou meu braço achando que eu estava passando mal e ajudou a me reerguer, eu nem consigui olhar direito para ele de vergonha.
Ai eu olho ao meu redor as pessoas estão me olhando como se eu fosse um animal estranho e perigoso.
Putz! Que vergonha. Meu rosto queimava de vergonha e o nariz escorria de coriza.
Toda atrapalhada, pra variar, pego meus lencinhos dentro da bolsa e vou pelo caminho secando meu focinho até a primeira farmácia.Peguei minha filha e voltei pra casa...
 será que todos que convivem  comigo e serão contaminados pelo vírus, nariz entuBidíssimo, voz rouca e nasalada, espirros em sequência de 6 ou mais de 15 em 15 minutos. Tá bom, né?!
EU tô pessima...aaatchimmmmmmmmmmmm
Acalmen-se pq não é o porquinho não tá!!!
cof...cof...cof!!!!!
só quero estar na cama...dormir.....
to mal gente.....
beijos resfriados pra vcs!!


aaaaaaaaaatchim!!!!






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13/10/2009

Retornamos Para Casa, ou Para Um Lar?



Percebo nos rostos cansados, desanimados ao final de um dia duro de trabalho, suor, agüentar clientes arrogantes, humilhações, etc. e estamos loucos para voltarmos para casa.

Quando estamos no trabalho, gostaríamos de estar em casa. Mas será que sua casa é um lar?

Com a cabeça cheia com nossos pensamentos em cumprir as obrigações, preocupações e tentarmos preencher o vazio que há em nosso coração, assim  voltamos para casa.

Finalmente ao chegarmos e fecharmos a porta nos deparamos com a nossa verdadeira realidade. Realidade esta que nem sempre contamos aos outros, e até mesmo escondemos de nós, consciente ou inconscientemente. A realidade que evitamos olhar profundamente, falar com a alma e amarmos de coração aberto.
                               
Você olha para ela, as pessoas que nela estão (sua família), e por muitas vezes se pergunta: - Por que e por quem estou lutando? Tanto sacrifício por algo que talvez nunca aconteça, por sonhos que jamais serão realizados.

Para dar um bom futuro aos seus filhos.... sendo que não você não pode manipular o futuro, você pode ensinar, aconselhar e observar, o que ele será futuramente será fruto unicamente do que ele escolher e você não poderá escolher por ele.

Em seu casamento, você olha para a pessoa que deveria ser sua outra metade, no entanto ao invés de sentir-se acrescido, sente-se ainda menor, percebendo que o outro jamais poderia ser metade de você. O que precisamos não é de a metade de alguém e sim alguém que seja por inteiro, com o coração aberto, uma palavra amiga, um olhar carinhoso, a compreensão que não encontramos em lugar algum.

Olha para seus móveis, seu caríssimo quarto, sua cama e percebe que são lugares  onde você deita seu corpo, mas sua alma não está lá... O que deveria servir de refúgio para suas tristezas, decepções e mágoas, serve apenas para descansar seu corpo, mas não as dores que você carrega no peito e na alma.

Para não sentir-se pior ainda, você se cala, olha a televisão, mas os olhos estão distantes. Tão distantes que você talvez jamais o encontre..
  
A grande maioria de nós nunca parou para pensar para onde voltamos todos os dias de nossas vidas: Para casa ou para um Lar?

O lar é um tapete de paz quando pisamos, guardado por um teto de esperança e por paredes de muito amor.

Um verdadeiro lar precisa ser construído e não comprado.



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10/10/2009

Mais respeito, eu sou uma criança!

 

Todo mundo diz que as crianças devem respeitar os adultos. E os adultos? Não têm de respeitar as crianças? Este é um assunto sério mesmo... E, toda vez que um assunto é sério mesmo, o jeito é pensar nele através da poesia. Por meio dela, a gente consegue dizer melhor o que sente, o que sonha e o que nos incomoda. A poesia é uma maneira gostosa de tirar o retrato dos nossos sentimentos. E este livro é uma maneira deliciosa de responder aos adultos quando eles vêm com abusos como "Cale a boca, menino!", "Pare quieto, menino!", "Vá pro seu quarto, menino, que isso não é conversa pra criança!". E coisas do tipo... 
 
 

“Prestem atenção no que eu digo,
Pois eu não falo por mal:
Os muitos adultos que me perdoem,
Mas infância é sensacional!

Vocês já esqueceram, eu sei.

Por isso eu vou lhes lembrar:
Pra que ver por cima do muro,
Se é mais gostoso escalar?
Pra que perder tempo engordando,
Se é mais gostoso brincar?
Pra que fazer cara tão séria,
Se é mais gostoso sonhar?

Se vocês olham pra gente,
é terra o que vêem por trás.
Pra nós, atrás de vocês,
Há céu, há muito, muito mais!

Quando julgarem o que eu faço,
Olhem seus próprios narizes:
Lá no seu tempo de infância,
Será que não foram felizes?



Mas se tudo o que fizeram
Já fugiu de sua lembrança,
Fiquem sabendo o que eu quero:



Mais respeito, eu sou criança! 



O livro de Pedro Bandeira, Mais respeito, eu sou criança, tem como tema o respeito a criança. Por meios de versos, transmite ao leitor infanto-juvenil e a reflexão sobre a importância da citada temática.  


















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05/10/2009

Eu não sei porque…

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Se você amanhece feliz da vida, vai ter sempre alguém pra te impedir que continues com aquele estado quase febril. Algo mais ou menos assim: você diz pra tua irmã que foi promovido no trabalho e ela IMEDIATAMENTE te lembra que em serviço público, promoção, só se for através de “outro” concurso público. Aí você diz que não foi este tipo de promoção, mas que teu chefe te deu uma sala nova, que agora tu vais poder trabalhar sossegado porque terás apoio de um assessor, enfim... a tua irmã ainda tem argumento dizendo que “você sabe, isto não vai contar nada na hora da sua aposentadoria”. Fria a água, não? Bom, mas aí tu pensas que aquele cara que sempre te deu carona, que sempre foi teu avalista (e vice-versa) vai adorar saber que tu deixarás o tal estresse em razão do que tu estás chamando de “promoção”. Mas ele responde prontamente: “Cuidado com este cara. Não fica na folga que tu vais levar na bunda, entende? Este povo é terrível, passa mel na tua boca e tu ficas aí, crendo em qualquer promoçãozinha. Cuidado, viu, fica esperto?!
Na vida é sempre assim. Parece que estava escrito. Se você engravida começa a tortura: “Ah! Tomara que seja homem, assim teu marido ficará mais em casa, terá uma companhia pra sair nos fins de semana, boba, você vai ver, é bom demais ter filho HOMEM!!!” Ou então pode ser assim: “Nossa, se eu fosse você rezava pra tudo quanto é santo pra ter uma menina. É bom demais!!! A gente tem prazer em vestir, comprar coisas pro quarto, sapatinhos, é tudo tão mais bonitinho, já reparou?!!!” Só que ninguém se toca que tu estás no quarto mês de gestação, e que apesar de não saberes o sexo daquele anjo, não adiantará opinião de um “santo” qualquer...
Se tu passas no vestibular de “Enfermagem” sempre tem um engraçadinho: “Pra quê?? Tu gostas de hospital, é?” Se faz “Fonoaudiologia”, poderás ouvir: “Socorro??? Vais cuidar de quem não consegue falar, é isso??” “Engenharia”: “Será possível que tu não sabes que os engenheiros estão vendendo pipoca?” “Arquitetura”: “Só se for urbanista, né querido!” “Filosofia”: “Vais pra Grécia??? Tô brincando, viu?”
Férias, então, já experimentaste contar pra alguém pra onde tu vais passar as férias? Foi o que aconteceu comigo agora. Fui pro meio do mato pegar bicho de pé. Sim, foi uma recomendação médica. Juro!! Ando pra lá de estressado e o Dr. Marcos falou assim mesmo: “Tira o sapato do pé, não vale nem tênis, e vá pro meio do mato. Olhe os bois, as galinhas, ande, cavalgue, tome sol da manhã, e, se possível, pegue um bicho de pé.” Não preciso dizer que voltei melhor, mais feliz e com cada bicho que me tomou algumas noites de sono. Acredita? E não é que acabei encontrando um engraçadinho que me disse: “Não falei que Nova York era uma opção mais inteligente?

Autor do texto: Malluh Praxedes

Texto retirado do site: http://www.vitrineliteraria.com.br

 

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Liberdade, Prisão de Muitos








Há os que estufam o peito para falar sobre ela ou ainda para reivindicá-la, como se liberdade fosse apenas desatar o grito incontido ou esvaziar do peito a insatisfação ou alegria comprimida.
Já se disse, num passado não muito distante, em um comercial de televisão que “liberdade é uma calça velha, azul e desbotada, que você pode usar do jeito que quiser“, como se esta estrada fosse trilhada na solidão dos nossos passos, ignorando as pegadas dos que nos cercam.
Há os que se arvoram e adentram nas linhas da retórica, desenlaçando palavras de ordem, regurgitando “chavões” e ilhando-se na miopia do não perceber-se, enquanto partícipe dos processos de avanços ou recuos nossos e do nosso País. Penso que apenas a palavra que esculpe o desacerto, destituída de sugestões para o enfrentamento das questões que nos envolvem é uma apologia à inoperância. Enquanto cruzarmos braços e nos utilizarmos tão somente das letras que transbordam facilmente dos nossos lábios ou das nossas mãos, seremos sempre promessas de homens e de um País do futuro. Ora, liberdade é mais que uma via de mão dupla e existem sempre mais transeuntes neste caminhar.
Talvez, aqui caiba uma menção ao livre arbítrio, com que o Mestre Maior tão generosamente nos agraciou. A vida, a todo e a qualquer momento, nos convida a escolher. E isto é também uma forma de liberdade ou de auto condenação. Cabe-nos alargar nossa visão e fazer do ato de olhar, algo mais que ver.
Liberdade requer interação. A crítica vazia, efetivada por lábios e mentes ávidos, mas inoperantes, acaba por ser cárcere e prisão solitária. Lembro-me de um antigo colaborador que possuía inata “habilidade” para desembrulhar erros e falhas existentes no País, nos Governantes e também aos que mais próximo lhe rodeavam. Detinha visão requintada para apontar problemas e desmandos, usando da propalada liberdade de expressão, que tanto lhe faltara, quando o Brasil vestia a armadura da ditadura militar. Quando questionado sobre alternativas para corrigir rumos, o silêncio era proporcional à extensão do discurso do desagrado. Igual emudecimento se dava, quando eu perguntava sobre onde, ele poderia contribuir para a mudança deste cenário.
Ora, falar apenas o que se pensa e se sente, soa-me como liberdade falaciosa. A palavra, assim como o sonho sem ação cria bolor. Deixemos as letras em silêncio, enquanto não tivermos disponibilidade para desalgemar nossas mãos ou enquanto tivermos dedos que apenas apontam, mas que não se misturam na argamassa do realizar. Ser livre é um ato responsável e de comprometimento com a transformação daquilo que nos soa como erro ou atitude falha. Liberdade é ser cúmplice de destinos, sabendo que a nossa ação pode ser redenção para nós próprios e para outros tantos.
Talvez, fosse oportuno nos indagarmos, o que andamos deixando de fazer, para contribuir para o descarrilar do comboio desta tal liberdade! 


Texto de:Fernanda Guimarães 
Retirado do site:http://www.notivaga.com.br






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30/09/2009

Quebrando o Silêncio! *Mulheres não se Calem!

Lei3

Quando assiste ao vídeo, confesso que não segurei as lágrimas, eu que fui criada em lar de violência doméstica, me vi em algumas situação,eu não desejo isso para ninguém.

TIPOS DE VIOLÊNCIA COMETIDA CONTRA A MULHER

A violência contra a mulher pode se manifestar de várias formas e com diferentes graus de severidade. Estas formas de violência não se produzem isoladamente, mas fazem parte de uma seqüência crescente de episódios, do qual o homicídio é a manifestação mais extrema.

Violência de gênero
Violência de gênero consiste em qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como no privado. A violência de gênero é uma manifestação de relações de poder historicamente desiguais entre homens e mulheres, em que a subordinação não implica na ausência absoluta de poder.

Violência intrafamiliar
A violência intrafamiliar é toda ação ou omissão que prejudique o bem-estar, a integridade física, psicológica ou a liberdade e o direito ao pleno desenvolvimento de outro membro da família. Pode ser cometida dentro ou fora de casa por algum membro da família, incluindo pessoas que passam a assumir função parental, ainda que sem laços de consangüinidade, e em relação de poder à outra. O conceito de violência intrafamiliar não se refere apenas ao espaço físico onde a violência ocorre, mas também às relações em que se constrói e efetua.
Violência doméstica
A violência doméstica distingue-se da violência intrafamiliar por incluir outros membros do grupo, sem função parental, que convivam no espaço doméstico. Incluem-se aí empregados(as), pessoas que convivem esporadicamente, agregados. Acontece dentro de casa ou unidade doméstica e geralmente é praticada por um membro da família que viva com a vítima. As agressões domésticas incluem: abuso físico, sexual e psicológico, a negligência e o abandono.

Violência física
Ocorre quando uma pessoa, que está em relação de poder em relação a outra, causa ou tenta causar dano não acidental, por meio do uso da força física ou de algum tipo de arma que pode provocar ou não lesões externas, internas ou ambas. Segundo concepções mais recentes, o castigo repetido, não severo, também se considera violência física.
Esta violência pode se manifestar de várias formas:
• Tapas
• Empurrões
• Socos
• Mordidas
• Chutes
• Queimaduras
• Cortes
• Estrangulamento
• Lesões por armas ou objetos
• Obrigar a tomar medicamentos desnecessários ou inadequados, álcool, drogas ou outras substâncias, inclusive alimentos.
• Tirar de casa à força
• Amarrar
• Arrastar
• Arrancar a roupa
• Abandonar em lugares desconhecidos
• Danos à integridade corporal decorrentes de negligência (omissão de cuidados e proteção contra agravos evitáveis como situações de perigo, doenças, gravidez, alimentação, higiene, entre outros).

Violência sexual
A violência sexual compreende uma variedade de atos ou tentativas de relação sexual sob coação ou fisicamente forçada, no casamento ou em outros relacionamentos.
A violência sexual é cometida na maioria das vezes por autores conhecidos das mulheres envolvendo o vínculo conjugal (esposo e companheiro) no espaço doméstico, o que contribui para sua invisibilidade. Esse tipo de violência acontece nas várias classes sociais e nas diferentes culturas. Diversos atos sexualmente violentos podem ocorrer em diferentes circunstâncias e cenários. Dentre eles podemos citar:
• Estupro dentro do casamento ou namoro;
• Estupro cometido por estranhos;
• Investidas sexuais indesejadas ou assédio sexual, inclusive exigência de sexo como pagamento de favores;
• Abuso sexual de pessoas mental ou fisicamente incapazes;
• Abuso sexual de crianças;
• Casamento ou coabitação forçados, inclusive casamento de crianças;
• Negação do direito de usar anticoncepcionais ou de adotar outras medidas de proteção contra doenças sexualmente transmitidas;
• Aborto forçado;
• Atos violentos contra a integridade sexual das mulheres,
inclusive mutilação genital feminina e exames obrigatórios de virgindade;
• Prostituição forçada e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual;
• Estupro sistemático durante conflito armado.

Violência psicológica
É toda ação ou omissão que causa ou visa causar dano á auto-estima, à identidade ou ao desenvolvimento da pessoa. Inclui:
• Insultos constantes
• Humilhação
• Desvalorização
• Chantagem
• Isolamento de amigos e familiares
• Ridicularização
• Rechaço
• Manipulação afetiva
• Exploração
• Negligência (atos de omissão a cuidados e proteção contra agravos evitáveis como situações de perigo, doenças, gravidez, alimentação, higiene, entre outros)
• Ameaças
• Privação arbitraria da liberdade (impedimento de trabalhar, estudar,
cuidar da aparência pessoal, gerenciar o próprio dinheiro, brincar, etc...)
• Confinamento doméstico
• Criticas pelo desempenho sexual
• Omissão de carinho
• Negar atenção e supervisão

Violência econômica ou financeira
São todos os atos destrutivos ou omissões do(a) agressor(a) que afetam a saúde emocional e a sobrevivência dos membros da família. Inclui:
• Roubo
• Destruição de bens pessoais (roupas, objetos, documentos, animais de estimação e outros) ou de bens da sociedade conjugal (residência, móveis e utensílios domésticos, terras e outros)
• Recusa de pagar a pensão alimentícia ou de participar nos gastos básicos para a sobrevivência do núcleo familiar
• Uso dos recursos econômicos da pessoa idosa, tutelada ou incapaz, destituindo-a de gerir seus próprios recursos e deixando-a sem provimentos e cuidados

Violência institucional
Violência institucional é aquela exercida nos/ pelos próprios serviços públicos, por ação ou omissão. Pode incluir desde a dimensão mais ampla da falta de acesso à má qualidade dos serviços. Abrange abusos cometidos em virtude das relações de poder desiguais entre usuários e profissionais dentro das instituições, até por uma noção mais restrita de dano físico intencional. Esta violência poder ser identificada de várias formas:
• Peregrinação por diversos serviços até receber atendimento
• Falta de escuta e tempo para a clientela
• Frieza, rispidez, falta de atenção, negligência
• Maus-tratos dos profissionais para com os usuários, motivados por discriminação, abrangendo questões de raça, idade, opção sexual, deficiência física, doença mental
• Violação dos direitos reprodutivos (discrição das mulheres em processo
de abortamento, aceleração do parto para liberar leitos, preconceitos acerca dos papéis sexuais e em relação às mulheres soropositivas [HIV], quando estão grávidas ou desejam engravidar)
• Desqualificação do saber prático, da experiência de vida, diante do saber científico

Referências bibliográficas

Ministério da Saúde. Violência Intrafamiliar: orientações para a Prática em Serviço. Brasília DF: Ministério da Saúde; 2002.
Rede Feminista de Saúde. Dossiê Violência contra a Mulher. http://www.redesaude.gov.br (acessado em 26/Julho/2006).
WHO (World Health Organization).World report on violence and health. Geneva: World Health Organization; 2002.

Texto extraído do site:

http://www.ess.ufrj.br/prevencaoviolenciasexual/

DenuncieVermelho

Como denunciar

 

quebrando o silencio(1)

 

 

 

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